A Diretoria do Patrimônio Natural atualizou o site do Instituto Água e Terra (IAT) com pesquisas feitas por acadêmicos, cientistas e pesquisadores nas Unidades de Conservação (UC) do Paraná. No total, 95 estudos foram publicados.
São produções de dissertações de mestrados, teses de doutorados e artigos publicados em revistas científicas que agora estão disponíveis para toda a população. Entre os trabalhos científicos divulgados, a temática mais explorada nas pesquisas é ecologia de fauna, seguida por ecologia de flora.
O destaque foi o Parque Estadual do Guartelá, em Tibagi, nos Campos Gerais. Por causa do ecossistema, que concentra pinturas rupestres, o segundo maior cânion do Brasil, animais como o lobo-guará e o bioma do Cerrado, a Unidade de Conservação foi a mais procurada para pesquisas.
Diretor-presidente do IAT, Everton Souza destacou que a intenção do instituto é usar as Unidades de Conservação como laboratórios da biodiversidade, atraindo cada vez mais pesquisadores e ampliando os temas a serem explorados pela academia.
“Contamos e precisamos dos consultores paranaenses para essa contribuição científica. Temos um grande banco de dados em relação à gestão ambiental e de recursos hídricos, que pode ser a base para pesquisas, projetos e planejamentos. Queremos usar o patrimônio natural do Paraná da melhor forma possível”, disse.
“A academia tem muito para contribuir com respostas para problemas da vida real. E isso vai expandir o conceito de desenvolvimento sustentável pelo Paraná”, acrescentou.


