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Tráfico humano

Quando casos de tráfico humano são noticiados, muitas pessoas perguntam o porquê de, em pleno 2023, ainda haver tantas vítimas.

Os contextos social e econômico influenciam diretamente o perfil da população aliciada pelos criminosos, já que a pobreza, o desemprego e a busca por melhores salários são os principais motivos de trabalhadores aceitarem “oportunidades” em cidades, estados e países distantes de familiares e amigos.

O Relatório Nacional sobre Tráfico de Pessoas, com dados entre 2017 e 2020, mostrou que, dos resgastes feitos pela Polícia Federal, 63,5% das vítimas eram homens, 20,4%, mulheres e 16%, crianças. Infelizmente, muitas pessoas não conseguem sair, por conta própria, dos ambientes a que foram submetidas, temendo arriscar sua integridade física. Por isso, ações de fiscalização dos órgãos competentes e denúncias da população por meio do Disque 100 são fundamentais para salvar a vida de muitos cidadãos.

Dados mundiais – De acordo com o último Relatório Global sobre Tráfico de Pessoas do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime, mulheres e meninas são as principais vítimas (65%) de tráfico humano, sendo que 50% dos casos registrados no mundo têm como finalidade a exploração sexual. Outros objetivos dos aliciadores são a exploração laboral, o trabalho análogo à escravidão e a remoção de órgãos.

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